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Tempo de abertura de empresas é diminuído pela Redesim

Tempo de abertura de empresas é diminuído pela Redesim

Empresas no Brasil tem o tempo de abertura reduzido pela Redesim

Até recentemente havia uma média de 8 dias no tempo necessário para que um empresário pudesse abrir seu próprio negócio, porém, nos últimos meses de 2018 o país alcançou uma redução de quase 50% em comparação com o mesmo período do ano anterior, essa redução está presente de forma tão direta que houve um aumento de 20% no volume de empresas abertas em um prazo de até 3 dias.

Essa diminuição só foi possível graças às ações da Redesim, que de julho até dezembro de 2018 contabilizaram cerca de oito milhões de acessos. Uma parceria entre o Sebrae e o governo federal, um investimento de R$ 200 milhões, esse é o novo Portal da Redesim, inaugurado no ano de 2018.

O portal tem se mostrado uma conexão única para interação entre os diferentes órgãos envolvidos e o empreendedor, já que o novo protocolo Redesim permite ao cidadão acompanhar com mais facilidade suas solicitações com um único número. Através do site, o usuário precisa apenas de uma senha única, como no Facebook por exemplo, para que possa acessar todos os sistemas relacionados à abertura de um negócio, nas diversas esferas de governo.

Parceria entre Sebrae e Anprotec pode gerar até R$ 25 milhões

Parceria entre Sebrae e Anprotec pode gerar até R$ 25 milhões

Anprotec e Sebrae fecham parceria que pode gerar investimento de R$ 25 milhões em start-ups

Uma parceria entre a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e o Sebrae pode gerar nesse ano cerca de R$ 25 milhões de reais para o crescimento de start-ups, as aproximando de médias e grandes empresas. A proposta, chamada de Programa Nexos, é que cada start-up selecionada receba recursos entre R$ 100 mil e R$ 250 mil para que possam desenvolver soluções de tecnologia, com base nos desafios feitos por médias e grandes empresas.

O investimento feito pelo programa, que será utilizado para apoiar o desenvolvimento de start-ups de nova tecnologia, terá como origem os recursos vindos das grandes empresas, com base nos instrumentos fiscais de apoio à inovação, que são a Lei do Bem, a Lei de Informática e os programas de pesquisa e desenvolvimento dos setores de Óleo & Gás e Energia Elétrica.

“O Nexos é uma iniciativa diferenciada no mercado, pois, além de ter o compromisso de aporte financeiro nas start-ups, oriundo dos benefícios fiscais, ainda garante suporte técnico e gerencial de incubadoras e aceleradoras” explica o gerente nacional de inovação do Sebrae, Célio Cabral.

Na primeira etapa do Nexos, será feita uma articulação com médias e grandes empresas para poder definir as diretrizes e os objetivos do projeto, assim como as demandas tecnológicas e seus requisitos, que serão apresentados para as start-ups. Na segunda etapa, será divulgado o Desafio de Inovação e também será feita a seleção dos pequenos negócios inovadores. As start-ups selecionadas irão passar por um processo de incubação e aceleração que durará um ano, período no qual os pequenos negócios selecionados vão receber mentoria, capacitação e suporte na prestação de contas do uso de benefícios fiscais. Na última etapa é quando acontece a elaboração do projeto tecnológico, a captação de recursos, o acesso a serviços tecnológicos, jurídicos e também a laboratórios de experimentação e desenvolvimento.

Grandes e médias empresas interessadas em participar podem se inscrever até o dia 31 de março. As inscrições para as start-ups serão abertas apenas quando os desafios tecnológicos forem lançados. O regulamento do programa, assim como os formulários de inscrição e outras informações estão disponíveis no site do Sebrae, www.sebrae.com.br/nexos.

Instagram domina as vendas nas redes sociais

Instagram domina as vendas nas redes sociais

Instagram domina as vendas nas redes sociais, ultrapassando o Facebook

Um levantamento feito pela Nuvem Shop demonstrou que nos últimos 3 meses, cerca de 70% das vendas feitas pelas redes sociais foram realizadas pelo Instagram, enquanto o Facebook marca apenas 27%. Segundo o levantamento, mais de 24% das transações atualmente são feitas através das redes sociais. E desse total, 17% é convertido em receita.

Comparando com o mesmo período de 2017, houve um crescimento de quase 4% das transações pelas redes sociais. Ainda nesse mesmo período, o Facebook era o grande responsável pelas vendas através das redes sociais, totalizando 71% das vendas, enquanto o Instagram marcava apenas 26,5%. O levantamento considerou as compras feitas pelo Facebook, Instagram, Pinterest e Youtube.

Outro apontamento feito pela pesquisa da Nuvem Shop é que as vendas através das redes sociais nos últimos três meses cresceram 3,8%, comparado com o mesmo período de 2017. Alejandro Vazquez, cofundador da Nuvem Shop, aponta que a compra através das redes sociais tem se mostrado uma grande tendência, principalmente pelo crescimento da utilização de dispositivos móveis.

“Observamos que as redes sociais estão cada vez mais presentes no cotidiano da maioria das pessoas. Por isso, a venda por meio desses canais só tende a crescer e é uma estratégia utilizada por muitos lojistas, já que, por meio de anúncios realizados tanto pelo Instagram, quanto pelo Facebook, é possível direcionar conteúdos e, principalmente, entender e atingir os interesses dessas pessoas” explica Vazquez.

Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais usuários no Instagram, perdendo apenas para os Estados Unidos. De acordo com o Sebrae, o Instagram é a rede social que mais cresce no mundo, contando com mais de 500 milhões de contas atualmente. O Sebrae também apontou que o Instagram possui em média 1,5 bilhão de curtidas diárias, além de ser 15 vezes mais interativa do que o Facebook e possuir mais de 1.400 perfis de grandes marcas.