Veja agora as notícias mais relevantes dessa semana.

WhatsApp e Stories se tornaram mais populares que o Facebook

O Facebook atingiu a marca de quase 3 bilhões de usuários ao redor do mundo, através de suas múltiplas plataformas, como WhatsApp, Instagram e Messenger, além de claro, o próprio Facebook. Mark Zuckerberg, presidente da empresa, divulgou a informação nessa terça-feira, dia 30, após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2018. Mostrando que os números da rede social Facebook sem contar as demais, atingem quase 2,5 bilhões de usuários entrando na plataforma mensalmente e mais de 50% desse número, chegando a 1 bilhão e meio diariamente.

Zuckerberg aproveitou a divulgação dos resultados para comentar mudanças nas estratégias da empresa, pois de acordo com o mesmo, as pessoas compartilham mais sobre suas vidas no WhatsApp e Stories, tanto do Facebook quanto do Instagram, do que em postagens nas redes sociais. Mark Zuckerberg ressaltou os números que mostram a movimentação de seus usuários, os desafios e tendências.

Começando pela migração das pessoas de redes sociais tradicionais, como o próprio Facebook, para mensagens privadas e a linguagem de stories, como é o caso do Messenger, do WhatsApp e do Instagram. Zuckerberg ainda salientou que o compartilhamento de conteúdo está saindo do modelo de Feed de Notícias e migrando para o chat privado, as pessoas enviam 100 bilhões de mensagens por dia através da família de apps do Facebook e para o formato Stories, onde ele diz que as pessoas compartilham 1 bilhão de postagens desse tipo por dia, as pessoas compartilham mais fotos, vídeos e links no WhatsApp e Messenger do que nas redes sociais comuns.

Os novos dados confirmam que o Facebook avança em sua liderança no ranking mundial de redes sociais e plataformas digitais, a empresa chega com seus produtos a 34% da população mundial, se considerados os 7,5 bilhões de pessoas, de acordo com dados do Banco Mundial. De acordo com o ranking atual, a empresa Facebook é responsável por cinco das seis primeiras redes sociais.

 

A crise afetou diretamente a livraria Cultura e a Saraiva

Prateleira de bibliotecaNa semana passada a livraria Cultura entrou com um pedido de recuperação judicial para renegociar uma dívida de R$ 285,4 milhões com bancos e fornecedores, dia 25 na 2ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo. Essa iniciativa foi tomada pelas incertezas do cenário econômico brasileiro e, dentro delas, a crise do mercado editorial, que encolheu 40% desde 2014. Optando pela recuperação judicial visando normalizar, em curto espaço de tempo, compromissos firmados com os fornecedores, de acordo com a nota dada pela livraria Cultura. A justiça por sua vez, logo no dia seguinte, aceitou o pedido de recuperação judicial.

Enquanto isso, sua concorrente, Saraiva se concentrará apenas nos livros, deixando o segmento de tecnologia apenas em marketplace, como estratégia para operar de forma saudável. A empresa também anunciou o fechamento de 20 lojas em todo o país como parte do esforço da companhia em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional, dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica. Através desse movimento, a empresa pode continuar com seu plano de abrir novas lojas, reformar e fechar algumas unidades para manter sua operação saudável e cada vez mais multicanal.

De acordo com a Saraiva, está sendo tomada uma série de medidas para a evolução da operação, continuando a investir em seu futuro e reforçando sua estratégia voltada para o digital, com uma operação, cada vez mais omnichannel para atender seus clientes em todas as plataformas. Além disso, a empresa estará focando mais o seu negócio no mercado de livros, que representa a essência da companhia. Porém, a Saraiva continuará ofertando produtos de papelaria, games, filmes e música.

Confiança do consumidor cresce e atinge maior índice em 4 anos

Pela primeira vez desde outubro de 2014, o índice ficou acima da média histórica de 107,7 pontos e atingiu o maior valor registrado. Esse foi o quarto avanço consecutivo no indicador. De acordo com o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) que foi divulgado dia 31, quarta-feira, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que ultrapassou a marca de 107,7 pontos e conseguiu atingir 110,6 pontos em outubro. Uma alta de praticamente 5% quando comparado a setembro.

De acordo com as palavras do economista da Confederação Nacional da Indústria, Marcelo Azevedo, indica um crescimento para as empresas e uma recuperação da confiança do consumidor. E isso é uma ótima notícia, pois com o passar do tempo, essa confiança se reverterá em um aumento do consumo, o que é um avanço essencial para a recuperação da atividade industrial, dos investimentos e dos empregos no Brasil.

A maioria dos índices que compõem o Inec mostram um aumento entre Setembro e Outubro. Inclusive, a maior alta no mês é o índice de situação financeira que chegou a praticamente 9%, indicando um crescimento no percentual de consumidores que acreditam em melhora de sua situação financeira. Essa foi uma das principais razões para a maior confiança dos brasileiros em Outubro. Segundo a metodologia da pesquisa, quanto maior o índice, maior é o número de pessoas que observaram uma melhora da situação financeira nos últimos meses.

Foi visto também um otimismo com relação à queda da inflação, do desemprego e do aumento da renda. O indicador aponta ainda uma expectativa de queda do endividamento, o único componente do Inec que não aponta um crescimento em outubro é de expectativas de compras de bens de maior valor, esse por sua vez sofreu uma queda de 0,3% em comparação com setembro.